Como estudar nos Estados Unidos sendo brasileiro

Conteúdo informativo sobre imigração. A avaliação do seu caso é feita por um advogado licenciado — não pela Miami Soluções. Entenda como funciona.

Para estudar nos Estados Unidos em um curso de longa duração, um brasileiro geralmente precisa do visto F-1, que exige antes a admissão em uma escola credenciada pelo SEVP e a emissão do formulário I-20 por essa escola. Este guia explica como essas peças se encaixam e onde a Miami Soluções pode ajudar.

Como funciona o visto F-1

O F-1 é a categoria de visto para estudantes matriculados em cursos acadêmicos de longa duração nos Estados Unidos — graduação, pós-graduação, ou cursos de inglês intensivo em instituições credenciadas. Depois de admitido e com o I-20 em mãos, o próximo passo é solicitar o visto em um consulado americano, o que inclui o pagamento da taxa SEVIS, o preenchimento do formulário DS-160 e, geralmente, uma entrevista consular.

O que é o I-20 e como funciona

O I-20 é emitido pela escola depois da admissão do aluno, e comprova o curso, a duração e o custo estimado dos estudos — inclusive para fins de comprovação financeira exigida no processo de visto. Só escolas aprovadas pelo SEVP podem emitir I-20 válido para fins de F-1.

Escolhendo a escola certa

A escolha da escola depende do objetivo do aluno — curso de inglês, ensino médio, graduação ou pós-graduação — e de fatores práticos como localização, custo e credenciamento. A Miami Soluções apoia esse processo de forma prática e em português; a orientação sobre requisitos específicos de admissão e o próprio processo seletivo dependem de cada instituição.

Escolas de inglês vs. escolas regulares

Programas de inglês intensivo (ESL — English as a Second Language) em instituições credenciadas também qualificam para o F-1, e costumam ser um ponto de entrada comum para quem quer melhorar o idioma antes de seguir para um curso acadêmico regular. É importante confirmar que a escola escolhida é credenciada pelo SEVP, independentemente do tipo de curso.

Planejamento da mudança — moradia e preparação prática

Além do processo de visto, estudar nos EUA envolve planejamento prático: moradia (dormitório, república ou aluguel independente, dependendo da escola e da cidade), seguro saúde (obrigatório na maioria das instituições), transporte e orçamento mensal. Esse planejamento costuma ser mais tranquilo quando começa cedo, junto com o processo de admissão.

Veja o panorama geral de como morar nos EUA →

Manutenção do status de estudante

Depois de chegar aos EUA, manter o status F-1 exige seguir regras específicas: carga horária mínima de matrícula, limites sobre trabalho, e comunicação com a escola sobre mudanças de curso ou endereço. Perder o status por não seguir essas regras pode ter consequências sérias para a permanência no país — vale entender essas regras com atenção desde o início.

Perguntas frequentes

O que é o I-20 e para que serve?
O I-20 é o formulário emitido pela escola americana credenciada que comprova a admissão do aluno e é exigido para solicitar o visto F-1 no consulado. Sem um I-20 válido de uma escola aprovada pelo SEVP (Student and Exchange Visitor Program), não é possível solicitar o F-1.
Posso trabalhar nos EUA com visto de estudante?
O visto F-1 tem regras específicas e limitadas sobre trabalho — em geral, trabalho dentro do campus é permitido em certas condições, e trabalho fora do campus só é autorizado em situações específicas (como CPT e OPT, ligadas ao curso). Não é um visto de trabalho, e as regras devem ser seguidas com cuidado para não colocar o status em risco.
A Miami Soluções coloca o aluno em uma escola específica?
A Miami Soluções presta orientação e apoio prático para quem está planejando estudar nos EUA. Fale com a gente para entender exatamente que tipo de apoio está disponível para o seu caso.
Estudar nos EUA leva a um Green Card ou visto de trabalho?
Não diretamente. O F-1 é um visto de estudante, com finalidade e regras próprias. Depois da formatura, algumas pessoas seguem para categorias como OPT (trabalho temporário ligado ao curso) ou, eventualmente, vistos de trabalho — mas isso depende de requisitos próprios de cada categoria, não é uma continuação automática do F-1.
Falar sobre estudar nos EUA